O PSOL é composto por grupos e regido estatutariamente pela proporcionalidade e direito à minoria. Na bancada não está havendo respeito a esse critério. E a posição da companheira abaixo defende um novo regime do PSOL, similar a partidos burocráticos e de corrente única.
Também cria um espantalho sobre a posição do MES. Nossa posição é nítida, combater a extrema direita, mantendo a independência política. Sâmia inclusive é autora da ação que cassa o mandato da Zambelli e autora do pedido de arquivamento do PL da anistia.
O debate é que a Revolução Solidária quer ter uma posição adesista e acrítica. Quando se debateu o arcabouço, a corrente da companheira defendeu em diretório votar sim. E perdeu internamente.
E David ajudou muito a construir os argumentos dessa derrota. Ou seja, o PSOL é vivo, e vai seguir assim. Porque tem uma base militante que é contra uma política de austeridade.
Sobre a demissão, não houve qualquer processo formalizado, inviabilizando a ampla defesa. Além de Sâmia, Fernanda e Glauber, votaram contra a demissão, Chico e Erundina, fato “ignorado”.
No mais, pelo menos reconhece que a decisão é política, e que a minoria tem que ser eliminada de todos os espaços. Mas não será. Fundamos o PSOL e lutamos por ele!
Por fim, cobrar ou questionar publicamente posições políticas de figuras públicas ou correntes na política, não é ataque. É do debate democrático.
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