Em 6 de janeiro de 1995, McArthur Wheeler e Clifton Earl Johnson, residentes de Pittsburgh, cidade da Pensilvânia (EUA), colocaram em prática seu plano de assaltar dois bancos locais. Para não deixar vestígios do crime, utilizaram uma estratégia inédita: suco de limão no rosto.
No entanto, Wheeler não demoraria a descobrir que, na verdade, suco de limão não é uma ferramenta eficaz de camuflagem. Seis dias após os roubos, seu parceiro, que já era procurado por dois assaltos anteriores, foi preso. Três meses depois, Wheeler também foi detido.
No dia 19 de abril de 1995, um segmento em um programa de notícias local divulgou as imagens dos roubos em janeiro. Wheeler foi rapidamente identificado por conhecidos e denunciado à polícia, que o prendeu aproximadamente uma hora após a transmissão.
O homem contou para os policiais de seu teste com uma câmera Polaroid, na qual teria, de fato, ficado invisível. Os investigadores concluíram que Wheeler teria errado o enquadramento da câmera ou afastado a máquina de seu rosto involuntariamente antes de tirar a foto.
Johnson foi condenado a 5 anos de prisão por sua participação nos assaltos a bancos em janeiro de 1995 e em outros dois roubos em 1994. Ele também testemunhou contra Wheeler, que recebeu uma pena de 24 anos e 6 meses de reclusão.
No caso de Wheeler, que, conforme exames realizados à época, estava são e sóbrio no momento dos roubos, os autores concluíram que sua a ignorância e incompetência em assaltos eram tamanhas que o levaram a utilizar um método absurdo e o impediram de perceber sua própria estupidez.
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