2) Comecemos pelas características da gestão municipal de Sobral. As famílias que mandam e que historicamente se revezam no poder são, segundo a tese de Diocleide Ferreira “os Sabóia, Gomes Parente, Ferreira da Ponte, Ferreira Gomes, Frota, Prado, Arruda, Barreto, Ponte, Portela"
4) No início de seu mandato, Cid Gomes tinha como Secretário de Educação seu irmão Ivo. Com parcerias com organizações como o Instituto Airton Senna e o Alfa e Beto, implementou uma política educacional muito peculiar.
6) Marcos de Aguiar Villas-Bôas, doutor pela PUC-SP e ex-secretário do Trabalho e Desenvolvimento Econômico de Sobral (CE) na gestão de Ivo Gomes, sustenta que os dados de Sobral são manipulados. Para Villas-Bôas, a educação sobralense adota como foco o treinamento para testes
8) Em seu artigo, afirma: “diferentes professores contam que alunos bons do mesmo ou de outros anos são postos para fazer provas de alunos ruins ou doentes ou detentos, por orientação de alguns professores, que recebem (...) 500 reais a mais (...)”
9) Vai além e afirma: “Uns acham que a Secretaria Municipal de Educação não sabe, outros acham que ela finge que não sabe desses fatos. Ver jornalggn.com.br
11) Esta concepção está nos nomes de Maurício Holanda, ex-secretário de Educação de Sobral (agora, SASE); Denise Pires de Carvalho, reitora UFRJ (agora no SESU), Kátia Schweickardt, secretária de Educação de Manaus (agora, no SEB); e Manuel Palácios, no comando do INEP.
13) Freitas vai além e cita o nome de Katia Schweickardt para a Secretaria de Educação Básica do MEC que, como Secretária Municipal de Educação em Manaus na gestão de Arthur Virgílio Neto, do PSDB, “desenvolveu uma gestão com programas em interface com a iniciativa privada"
16) Palácios concordava comigo, mas dizia que a alternativa seria “por demais cara”. Nem houve estudo concreto para saber o custo da avaliação alternativa, denominada de “avaliação formativa”. Descartou.
17) Palácios foi para o MEC e se movimentou contra a elaboração da BNCC durante gestão Dilma. Seu esforço de criar conversas paralelas seguiu o mesmo rumo da SAE, que elaborou uma proposta não-pública de BNCC, sob a batuta de Mangabeira Unger.
18) Kátia Schweickardt é próxima de Manoel Palácios. O anúncio do seu nome no MEC gerou muitas críticas na rede de ensino de Manaus e Amazonas. Para quem desejar acompanhar a revolta ao nome dela, veja esta matéria: bncamazonas.com.br
22) A decepção bateu fundo em educadores engajados do país e sindicatos de professores. O projeto empresarial na educação revela que o PT abandonou a lógica freireana que norteou suas políticas na área.
23) Há algo a se lamentar, seja pela opção de Lula para a educação, seja pelas dificuldades das organizações e movimentos progressistas na educação brasileira que não conseguem se impor.
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