O papel da dissidência é o de uma "longa marcha".
Nada se resolve de uma hora para a outra. Não vai haver nenhum "grande evento" explosivo que solucionará tudo da água para o vinho. A realidade não é romântica assim.
Nada se resolve de uma hora para a outra. Não vai haver nenhum "grande evento" explosivo que solucionará tudo da água para o vinho. A realidade não é romântica assim.
Deve-se dar um passo de cada vez, fazendo trabalho de formiga, conquistando vitórias imperceptíveis. Essa é uma "guerra de trincheira", onde cada metro de chão conta.
Converter um novo adepto. Publicar um novo trabalho acadêmico.
Converter um novo adepto. Publicar um novo trabalho acadêmico.
Popularizar um conceito ou terminologia dentro de um certo nicho. Ler um novo livro. Compartilhar uma postagem. Colar um pôster. Entregar um panfleto.
Nesse sentido, é necessário ter paciência oriental.
Nesse sentido, é necessário ter paciência oriental.
Trabalhar o mesmo trabalho, mesmo que os resultados levem décadas para aparecer sem esmorecer. E aí, se necessário, entregar a missão aos filhos (e daí a importância estratégica de gerar descendência) para que a sua linhagem permaneça afiliada à guerra.
Esperar "o grande milagre", "o grande evento" é se render, é desistir. Nós tornamos qualquer ação transcendente (de cima para baixo) possível com ações que preparam o terreno aqui em baixo.
Microações, microvitórias. Ganhar 10%, perder 9%, para ter saldo de 1% e saber que é assim que se vence guerras. O resto é preguiça, inocência e romantismo.
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